Essas questões foram um dos motivos pelos quais a psicóloga clínica Shawna Kirby, PhD, de Columbia, Carolina do Sul, decidiu se desligar de uma empresa de terapia online para a qual trabalhava em 2015. Após alguns meses como terapeuta contratada, ela rescindiu o contrato devido a uma série de preocupações éticas sobre como a empresa lidava com questões de prática interjurisdicional, privacidade do consumidor, consentimento informado e encerramento da terapia. Quando apresentou suas preocupações ao diretor clínico e aos proprietários da empresa, nenhum dos quais é psicólogo, ela afirma que eles ignoraram suas preocupações e, eventualmente, a bloquearam de se comunicar com seus clientes. “Tudo parecia mais motivado por interesses financeiros do que pelo cuidado”, diz ela.
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Por isso, é tão importante que os psicólogos desempenhem um papel de liderança nas empresas de tecnologia da saúde mental, afirma Jones.
“Essas empresas precisam do nosso conhecimento e competência no centro do seu processo de tomada de decisão, porque temos uma estrutura muito diferente e entendemos as responsabilidades que temos para com os usuários de uma maneira muito diferente da de quem vem de uma formação em tecnologia”, diz ela. “Quero ter uma colega como essa em qualquer empresa como a nossa.”